Em 20 anos, o curso de comunicação social da UNISUL em Tubarão
formou mais de 500 publicitários e outros 700 jornalistas. Alguns profissionais
estão atuando na área, outros se formaram e estão trabalhando em áreas
diferentes, e também há aqueles que retornaram à universidade para contribuir
na formação de novos profissionais.
Denise de
Medeiros, formada em Publicidade e em Jornalismo concilia o mercado de trabalho
com o meio acadêmico, lecionando aulas de fotografia. “Eu escolhi dar aula para
estar sempre em contato com pessoas mais jovens, e estar sempre atualizada”. Relata Denise. A professora Denise ainda diz que o curso de comunicação é um
curso que acredita nele mesmo, acredita na sua qualidade de ensino, por isso
ele traz ex-alunos para atuar no quadro de professores. “Para mim é maravilhoso
fazer parte desta história” enfatiza Denise.
Ângela
Barbara Pereira, formada em Jornalismo, atua na área de diagramação e é uma das
novas professoras do curso. “Está sendo uma experiência fantástica, porque é
muito interessante o fato de termos estudado aqui, e hoje retornar a
universidade como professora, atuando no curso de jornalismo”. Relata
Ângela. A professora ainda ressalta “Eu
me sinto bastante realizada de estar participando dos 20 anos do curso”
O professor
Mário Abel Bressan, atua no meio acadêmico, especializado nas teorias que
envolvem a comunicação, chegou a publicar o livro Semiótica do Crime. Mário sempre foi
apaixonado pelo ensino. “No fundo acho que o que eu sempre quis buscar foi
isso, sempre quis a docência porque é algo que eu valorizo bastante”. O
professor ainda relata que investiu em cursos de qualificação voltados para a
docência, pois queria se tornar um professor pesquisador, que pudesse usufruir
da academia.
Mudanças no Curso
De acordo com a Professora Ângela os
laboratórios estão melhores equipados, oferecendo programas mais avançados. Para
ela o que mudou é o fato de o curso de Jornalismo ter uma TV universitária dentro
da universidade, o que ajuda bastante.
Denise de Medeiros relata que
antigamente a ilha de edição era linear, e os universitários não eram
autorizados a mexer nos equipamentos. Em agosto de 2006, foi transformado de
linear, para edição não linear, onde a edição é em alguns momentos analógica e
em outros digital. Hoje o acadêmico tem mais contato com as máquinas, sendo que
os próprios alunos podem gravar e editar. “O aluno faz tudo, essa é a grande
diferença, tem uma participação muito maior deles” enfatiza Denise.
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